Dr. Rui Coimbra

Desde 1986 ao serviço da sua família
Dr. Rui Coimbra
Médico
236209300
Experiência Profissional
Hospital da Universidade de Coimbra - Maternidade Dr Daniel de Matos
Formação Académica

Colposcopia

Ginecologia e Obstetrícia

Especialista Certificado em Ecografia Obstétrica, pela Fetal Medicine Foundation, London

Cédula Profissional nº 92224

(https://fetalmedicine.org/)

Relatório entregue de imediato à grávida!

Praticamente todas as grávidas da atualidade, as suas mães não fizeram qualquer ecografia enquanto grávidas! Muitas porque ainda não havia, outras porque o acesso era muito restrito e outras porque a informação obtida desses primeiros exames, ainda rudimentares, era muito limitada.

Portugal tem hoje um dos melhores resultados Obstétricos e Perinatais do Mundo, apenas igualados pela Suécia e Noruega. Estes devem-se em grande parte ao fácil acesso à ecografia Obstétrica da mais alta qualidade.

A ecografia, por não utilizar radiação ionizante, como na radiografia e na tomografia computadorizada (TAC), é um método inócuo e ideal para avaliar crianças, grávidas e mulheres em idade fértil, por tempo ilimitado. Ao utilizar ultrassons permite a máxima segurança para embrião e feto, bem como para a grávida. Assim está provado que o uso frequente, até mesmo diário, e exames demorados são absolutamente inócuos para a grávida e para o embrião/feto.

O principal objetivo da ecografia obstétrica é de excluir múltiplas doenças e síndromes fetais, ou, por outras palavras, suspeitar e/ou diagnosticar anomalias da gravidez, deficiências e doenças. Naturalmente a ecografia deteta apenas doenças/síndromes que se manifestem nas imagens obtidas. Assim muitas doenças não é possível identificá-las pela ecografia e mesmo as doenças que frequentemente se detetam, por vezes, em raros casos, têm ecografias normais.

A facilidade de acesso a exames ecográficos, quando realizados com qualidade e bem interpretados, tem grande vantagem na vigilância de qualquer gravidez.

Ou diagnóstico de malformação grave ou suspeita de síndrome grave, confirmado por cariótipo, possibilita interromper a gravidez, de forma legal e por indicação médica, sempre que o casal o desejar, ou programar e preparar o parto para eventuais dificuldades do recém-nascido nos primeiros momentos de vida.

Por rotina, consideram-se obrigatórias 3 ecografias durante a gravidez, especificamente entre as 11 e as 13 semanas finais, entre as 20 e 22 semanas, e entre as 30 e 32 semanas, cada uma com objetivos bem definidos. A primeira, além de uma avaliação geral, procura identificar marcadores ecográficos de cromossomopatias (por exemplo: trissomia 21, 13 ou 18). A segunda tem como objetivo principal verificar a morfologia de todos os órgãos e sistemas do organismo, passíveis de visão ecográfica. A última é sobretudo para avaliar co crescimento fetal.

Além destas poderão ser realizadas ecografias em número ilimitado e com vantagens claras.

Uma ecografia precoce pode identificar uma gravidez ectópica (fora do útero), possível causa de graves complicações ou mesmo de morte materna. Ou uma gravidez não evolutiva/abortamento.

Entre as 6-9 semanas para avaliar local de implantação correto, vitalidade do embrião, datar com precisão o tempo de gravidez, diagnosticar e caracterizar gravidezes gemelares, avaliação de útero e ovários, etc.

Às 16-18 semanas já é possível identificar algumas malformações morfológica e identificar o sexo.

Depois das 24 semanas e até ao parto, permite acompanhar o crescimento de feto e avaliar o seu bom estado de saúde. Nesta fase poder-se-á avaliar também o risco de parto antes do tempo.

Naturalmente, se existir alguma especificidade (por exemplo uma gravidez de gémeos) ou uma anormalidade durante a gravidez (por exemplo baixo crescimento do feto), poder-se-á justificar uma periocidade mais frequente. Esta poderá ser semanal ou mesmo diária em casos mais extremos.

 

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